Um influencer digital está sob investigação da polícia de São Paulo. Ele usou inteligência artificial (IA) para criar vídeos. As imagens mostravam jovens evangélicas em cenas sexualizadas. Portanto, o caso de influencer vídeos sexualizados gerou muita discussão. A polícia apura os fatos. O autor diz que fez isso para criticar costumes. Dessa forma, ele afirma que usou “humor” para falar sobre as roupas que as jovens vestem na igreja. Por conseguinte, a repercussão foi grande.
Jefferson de Souza é o nome do influencer. Ele falou em vídeo nas redes sociais e também em depoimento à polícia. De acordo com ele, não houve intenção de ferir a dignidade das vítimas. O advogado de Jefferson, Aguinaldo Aparecido Ereno, reforçou esta defesa em uma nota ao g1. Assim sendo, a defesa sustenta que Jefferson é inocente. Ele não teria simulado cenas pornográficas usando deepfake e nem difamado as mulheres. Em outras palavras, ele nega as acusações relacionadas a esses vídeos sexualizados.
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A Defesa do Influencer e o Uso de Humor
A defesa de Jefferson enfatiza que as publicações tinham um objetivo claro. Elas seriam sátiras e críticas de costumes, feitas com humor. O advogado Aguinaldo assina o comunicado. Ele diz que, em nenhum momento, houve a intenção de promover exploração sexual. Além disso, não houve intenção de pornografia ou qualquer ato que atacasse a dignidade sexual. As vítimas são fiéis da Congregação Cristã do Brasil (CCB). Atualmente, a polícia ainda levanta o número total de mulheres afetadas. Desse modo, a dimensão do problema é investigada.
O influencer pegava fotos que as jovens postavam nas redes sociais. Elas apareciam usando vestidos dentro das igrejas da CCB. Em seguida, ele usava a técnica de deepfake. Com isso, transformava as imagens em vídeos. Os vídeos simulavam que as fiéis estavam dançando de forma sensual. Elas apareciam ao lado de outras garotas com roupas curtas. Contudo, é importante ressaltar que isso não era real. A tecnologia manipulou as imagens para criar essa ilusão. Por exemplo, uma foto de rosto virava um corpo dançando. Nesse sentido, a fraude era digital. O caso dos vídeos sexualizados por IA mostra um novo desafio.
Entenda o Deepfake nos Vídeos Sexualizados
Deepfake é uma tecnologia que utiliza inteligência artificial. Ela serve para criar ou mudar imagens, vídeos ou áudios. A técnica faz isso de um jeito muito real. Assim, simula situações que nunca aconteceram de verdade. Neste caso, o deepfake foi usado para criar os influencer vídeos sexualizados. A ferramenta distorceu a realidade das fotos. As vítimas apareciam em cenas que não condiziam com suas ações. Portanto, a manipulação é uma parte central do problema. Em primeiro lugar, a tecnologia gerou o conflito.
As Vítimas e os Vídeos Sexualizados do Influencer
Entre as vítimas, há adolescentes. Duas jovens conversaram com o g1. Uma delas tem apenas 16 anos. Ela contou que o influencer pegou sua foto sem pedir autorização. Depois disso, ele fez uma montagem com inteligência artificial. A adolescente aparecia sensualizando em um vídeo. Ela estava ao lado de outras mulheres. Este fato mostra a gravidade da situação. Ademais, a idade das vítimas agrava o caso. Além do mais, a exposição a esses vídeos sexualizados é um risco.
Consequências dos Vídeos Sexualizados e a Ação das Vítimas
Outra jovem evangélica também teve sua imagem manipulada. Ela tentou remover o material das redes sociais. Ela disse: “Já fiz várias denúncias contra essa conta. Já entrei com um processo com todos que estão usando minha imagem”. Isso significa que as vítimas lutam para proteger sua privacidade e dignidade. No entanto, a remoção desses vídeos pode ser um desafio. Afinal, a internet dissemina conteúdo rapidamente. Por essa razão, a ação legal se torna fundamental para elas. Em outras palavras, a busca por justiça é um caminho. Consequentemente, o caso segue em andamento.
Jefferson tem 37 anos e trabalha como borracheiro. Ele atua em uma oficina mecânica em Lençóis Paulista. Essa cidade fica no interior de São Paulo. A investigação começou em fevereiro. A responsável é a 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Mateus. Esta delegacia fica na Zona Leste da capital paulista. O influencer é suspeito de simular cenas pornográficas. Ele também é acusado de difamar as mulheres retratadas. A polícia segue apurando os detalhes do caso. Em suma, novas informações podem surgir em breve. Por fim, a investigação sobre os vídeos sexualizados continua.
