Um acidente grave tirou a vida de um profissional no litoral do Paraná. A morte de mergulhador Fernando de Freitas Maceno, de 42 anos, aconteceu no domingo, dia 12 de abril. Ele limpava o casco de um navio em alto-mar, perto de Paranaguá. Colegas de trabalho chamaram os bombeiros e a polícia militar. Desse modo, eles viram o corpo de Fernando boiando na água.
Detalhes do Acidente Fatal com o Mergulhador
Os outros funcionários contaram à equipe policial que as condições do tempo não estavam boas. Com efeito, o mar apresentava ondas fortes, o que dificultava muito o trabalho de limpeza no navio. Por causa dessas condições, o grupo resolveu voltar para a embarcação principal. No entanto, Fernando, considerado o mais experiente entre eles, decidiu descer sozinho para tentar continuar a limpeza.
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Pouco tempo depois de Fernando descer, a equipe na superfície viu o corpo do mergulhador. Ele boiava com sangramentos na cabeça e em outras partes do corpo. Além disso, a escova de metal da máquina, usada para raspar e limpar o casco do navio, estava danificada. Os colegas rapidamente tiraram Fernando da água. Em seguida, levaram o corpo para a região de marinas de Pontal do Sul, que fica em Pontal do Paraná. As autoridades agora investigam o que realmente aconteceu no local.
A Empresa Lamenta a Perda do Mergulhador
A VSP Offshore, empresa onde Fernando de Freitas Maceno trabalhava, divulgou uma nota. A empresa lamentou a morte de mergulhador e destacou que Fernando era um profissional muito experiente. Eles também disseram que ele era dedicado e querido por todos na equipe. Portanto, a VSP Offshore afirmou que a trajetória de Fernando foi marcada por compromisso, coragem e respeito na sua profissão.
Neste momento difícil, a empresa expressou solidariedade aos familiares e amigos, desejando força para enfrentar a perda. Além disso, a empresa acompanha de perto as providências relacionadas ao ocorrido. Ela colabora com as autoridades competentes para esclarecer o acidente.
Legado e Luto Pela Morte de Mergulhador
Fernando deixou a esposa e uma filha pequena. A companheira dele usou as redes sociais para expressar a dor. Ela escreveu que Fernando “partiu fazendo o que amava, explorando as profundezas do mar com coragem e paixão”. A mensagem, por exemplo, fala sobre a saudade eterna que ele deixou na superfície. Assim, ele deixou um legado de bravura que as pessoas não vão esquecer.
O caso reforça a discussão sobre a segurança no trabalho em alto-mar, especialmente em condições climáticas adversas. A comunidade do litoral do Paraná sentiu muito a perda deste profissional. Em outras palavras, ele dedicou sua vida ao trabalho no oceano. A investigação, portanto, vai ajudar a entender melhor as circunstâncias que levaram a essa tragédia.
