Choque de Gestão no Rio: Ricardo Couto Reestrutura Gabinete e Exonera Nomes

O governador interino do Rio, Ricardo Couto, iniciou um choque de gestão, exonerando cargos-chave e reestruturando o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A meta é enxugar a máquina pública e focar o GSI na segurança do governador, devolvendo policiais às suas corporações. Entenda as mudanças.

Um choque de gestão Rio de Janeiro iniciou no governo estadual. O governador interino Ricardo Couto de Castro promoveu exonerações de cargos importantes nesta terça-feira. A medida visa reorganizar o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que atualmente possui muitas funções. A intenção é limitar a atuação do GSI apenas à segurança do governador. Além disso, a gestão busca reduzir o número de policiais cedidos a funções administrativas.

O Que Muda com o Choque de Gestão Rio?

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) atuava em diversas frentes. Ele não se restringia à proteção do chefe do executivo. Por exemplo, o GSI coordenava drones e criava dossiês de inteligência para o governador. Contudo, essa estrutura é vista como excessiva. A administração de Ricardo Couto quer que o GSI volte a ter seu foco principal. Este foco é a segurança do governador, como era a antiga Casa Militar no passado. Muitos policiais civis e militares trabalham fora de suas corporações originais. Estima-se que cerca de 3 mil policiais estão em outras secretarias. Com a mudança, o objetivo é que eles retornem às suas atividades de origem. Assim, isso fortalece as polícias Civil e Militar.

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Principais Exonerações no Choque de Gestão Rio

As exonerações foram publicadas no Diário Oficial. Entre os nomes que perderam os cargos estão o delegado Edu Guimarães de Souza e os comissários Fernando Cezar Jorge Hakme e José Carlos Pereira Guimarães. Hakme era uma figura central. Ele era o principal consultor do ex-governador Cláudio Castro em segurança pública. Constantemente, Hakme participava de reuniões estratégicas ao lado de outros homens de confiança. Ele esteve no Palácio Guanabara desde o governo de Sérgio Cabral. Em 2023, Hakme recebeu uma alta quantia por férias não tiradas.

Novos Nomes e Retornos com a Reestruturação

O delegado Roberto Lisandro Leão assumiu o lugar de Edu Guimarães. Leão, anteriormente, atuava na Corregedoria da Força Municipal. Outro exonerado foi o coronel Gilmar Tramontini da Silva. Tramontini serviu no Batalhão de Operações Especiais (Bope) e no GSI. Ele estava no Detran e deve voltar para a Polícia Militar. Essas mudanças indicam um novo direcionamento na gestão da segurança e da máquina pública no estado do Rio de Janeiro.

A reestruturação visa otimizar os recursos do estado. O governo busca uma máquina pública mais enxuta e eficiente. Ao limitar as atribuições do GSI, o governador interino espera focar os esforços onde são mais necessários. Além disso, a medida pode liberar um grande número de profissionais de segurança para suas funções essenciais nas ruas. Desse modo, o objetivo é aprimorar a segurança pública e a gestão administrativa como um todo. As decisões de Ricardo Couto refletem uma clara intenção de rever práticas e prioridades governamentais.