O Jornal da Manhã sempre traz os assuntos que movimentam o dia a dia. Recentemente, duas pautas prenderam a atenção de muitos: a trajetória de um candidato ao governo e um caso grave de violência em um supermercado. Entenda os detalhes que foram destaque e o que eles significam para a nossa comunidade.
Jornal da Manhã e os Destaques da Política
No cenário político, Marcelo Millet, um nome do Partido da Causa Operária (PCO), teve sua participação em debates e pesquisas comentada. Ele falou sobre a presença do seu partido nas investigações da CPI das Fake News, um tema importante para a democracia. Além disso, Millet respondeu sobre os 2% de intenções de voto que a pesquisa Ipec registrou. Ele também comentou sobre a legitimidade do Congresso Nacional, um ponto que sempre gera discussão. Ou seja, o candidato abordou vários tópicos importantes.
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Millet explicou ainda por que quer ser governador da Bahia. Sua trajetória mostra quatro anos de militância no PCO. Ele foi candidato a vice-prefeito de Salvador nas eleições de 2020 e, assim, agora concorre pela primeira vez ao cargo de governador do estado. Marcelo Millet nasceu em Salvador, tem 37 anos, é casado e pai de uma filha. Atualmente, ele trabalha como motorista de aplicativo. Desse modo, sua candidatura levanta questões sobre novas vozes na política e como elas buscam espaço.
O Caso Atakarejo: Violência e Responsabilidade em Pauta no Jornal da Manhã
Outro assunto que chocou a Bahia e foi amplamente divulgado foi o caso de violência no supermercado Atakarejo. A Secretaria de Segurança Pública informou que há um padrão na forma de agir dos seguranças e do grupo que torturou e matou tio e sobrinho. De fato, uma agressão parecida aconteceu com uma adolescente de 15 anos em outubro do ano anterior. A jovem sofreu violência física após cometer um furto dentro do mesmo supermercado.
O secretário ressaltou que, mesmo que o crime tenha sido feito por uma empresa terceirizada, o Atakarejo tinha a obrigação de orientar seus funcionários sobre como trabalhar e evitar abusos. Qualquer empresa deve saber quem contrata e como o serviço é feito. Esta é a segunda ocorrência investigada, pois a primeira vítima não denunciou por medo. Dessa forma, o caso mostra uma falha grave na supervisão.
A Visão da Segurança Pública e a Falta de Ação Policial
Para o secretário Ricardo César, o supermercado foi, no mínimo, negligente com o crime. Ele não confirmou se alguém do Atakarejo participou ou deu ordens para as mortes. Contudo, ele não tem dúvidas de que existe uma responsabilização civil. Como cidadão e com formação em Direito, o secretário afirmou que, se estivesse no lugar da família, entraria com uma ação indenizatória. Em suma, isso indica a seriedade da situação e as possíveis consequências legais para a empresa.
Um ponto crucial que o secretário de segurança pública da Bahia, Ricardo César Mandarino, destacou é que a polícia, seja Civil ou Militar, não foi acionada para o furto das carnes. A empresa abriu apenas uma ocorrência administrativa. Entretanto, essas empresas não possuem poder de polícia para punir ninguém, muito menos para ordenar mortes. Esta falha no procedimento levantou muitas perguntas sobre a conduta do supermercado e a segurança de seus clientes e funcionários terceirizados.
