A era do Bahia Grupo City trouxe grandes esperanças para os torcedores, mas a realidade em campo tem sido diferente. O time, que prometia uma nova fase, vive momentos de frustração. Isso acontece especialmente após derrotas recentes que abalaram a confiança da torcida. Expectativas elevadas se chocam com resultados que não chegam, gerando muitos questionamentos sobre o futuro do clube.
A recente derrota para o Remo, com vaias na Fonte Nova, mostra o clima atual. Os torcedores do Bahia sonhavam alto com o Grupo City. Agora, veem o time em situação complicada na Copa do Brasil. Uma possível eliminação seria mais um golpe nas expectativas. Elas surgiram em maio de 2023, quando a holding chegou. Este investimento bilionário visava mudar o patamar esportivo do clube.
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As Promessas do Bahia Grupo City e a Realidade
É verdade que o Bahia Grupo City trouxe melhorias importantes. O clube se firmou na elite do futebol brasileiro e monta elencos competitivos. Contratações de peso mostram a força financeira. Diferente de outras Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) que falharam rápido, o Bahia tem uma base sólida. No entanto, o sucesso leva tempo. A torcida, com um elenco forte e finanças em ordem, acreditou que títulos viriam logo. Pelo menos, esperava que o time brigasse de verdade por eles.
Desempenho do Bahia Grupo City em Decisões
O técnico Rogério Ceni, que comanda o time desde setembro de 2023, enfrenta um grande desafio. O histórico recente mostra que a equipe falha em momentos cruciais. Na temporada passada, por exemplo, o Bahia foi eliminado cedo na Libertadores, mesmo em um grupo difícil. Na Copa do Brasil, a queda veio após um jogo ruim contra o Fluminense. Além disso, houve a eliminação na Copa Sul-Americana, diante do América de Cáli.
A temporada atual repete o roteiro. Uma eliminação dolorosa na primeira fase da Libertadores, contra o O’Higgins, já tirou a Sul-Americana do calendário do Bahia. Se o time cair na Copa do Brasil, a temporada praticamente acaba. Restaria apenas a busca por uma vaga na próxima Libertadores. Isso representa muito pouco para as grandes ambições que surgiram com a chegada da SAF.
Esta não é a primeira vez que o time de Rogério Ceni enfrenta uma crise. O resultado recente deixou o técnico novamente em uma posição delicada. Apesar de um trabalho eficiente em alguns pontos, o Bahia precisa encontrar respostas. O time é respeitado pelos adversários, mas precisa ser mais decisivo contra defesas fechadas. Resolver essa questão é fundamental para o Bahia Grupo City avançar e atender às expectativas de seus torcedores.
