Um caso chocante de violência familiar abalou o Paraná. Um jovem de 18 anos foi preso sob suspeita de matar o próprio avô em Ubiratã. A polícia investiga o crime, que teria como motivo o roubo de joias. O rapaz, junto com um amigo, fez uma longa viagem de mais de 600 quilômetros. Eles saíram de Santa Catarina para cometer o ato. O avô, de 66 anos, foi baleado e morreu no local. O motivo, segundo as autoridades, era claro: roubar as joias de ouro que o idoso possuía. Este triste episódio mostra como a ganância pode levar a atos extremos. Um neto mata avô por bens materiais neste caso.
A Viagem e o Plano para o Crime
O jovem, de 18 anos, e seu amigo saíram de Joinville, em Santa Catarina. Eles percorreram cerca de 670 quilômetros até Ubiratã, no oeste do Paraná. O objetivo da longa jornada era um só: assaltar o avô do rapaz, Alceu Slivinski. Segundo a polícia, o plano era roubar pulseiras, correntes e anéis de ouro que a vítima possuía. Os suspeitos informaram que pretendiam vender as joias posteriormente. Além disso, o amigo do neto receberia um pagamento de quatro mil reais pelo seu apoio no crime. Assim, a dupla planejou cada passo para concretizar o assalto.
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Neto Mata Avô: O Momento da Ação
O crime aconteceu em uma quarta-feira, no bar da vítima. Alceu Slivinski, o avô, foi baleado e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. A investigação aponta que os suspeitos invadiram o estabelecimento e efetuaram os disparos. O bar estava aberto no momento da ação, contudo, não havia clientes. O neto, de acordo com a Polícia Civil, usava um capuz. Esta atitude, portanto, seria uma tentativa de evitar ser reconhecido pelo próprio avô. A brutalidade do ato chocou a comunidade local, que acompanha o desenrolar das investigações.
Como a Polícia Chegou aos Suspeitos
A prisão dos dois homens ocorreu horas depois do crime. Eles foram encontrados na BR-277, perto de Cascavel. As câmeras de segurança do bar foram fundamentais para a identificação dos envolvidos. As imagens mostraram detalhes importantes, como o modelo e a placa do carro usado na fuga. A partir dessas informações, a polícia agiu rápido e conseguiu localizar os suspeitos. A tecnologia, neste caso, foi uma aliada crucial. Ela ajudou a resolver o mistério e a entender como um neto mata avô de forma tão fria. A agilidade da polícia foi essencial para evitar que os criminosos seguissem em frente sem serem pegos.
A Confissão e as Provas Encontradas
Em depoimento, o neto confessou sua participação no crime. Ele confirmou que viajou com o amigo para Ubiratã com o intuito de cometer o roubo. No carro dos suspeitos, a polícia encontrou evidências contundentes. Havia 184 gramas de ouro, que seriam as joias roubadas da vítima. Além disso, a arma usada no assassinato também foi localizada. Diante das provas e da confissão, os dois homens foram indiciados por latrocínio. Este crime é definido como roubo seguido de morte, e a pena para ele é bastante severa. O caso segue em andamento, e a justiça agora cuidará de dar o desfecho adequado a esta tragédia familiar.
