Empresa Não Paga Direitos Trabalhistas em SP: O Caso de Pereira Barreto

Ex-funcionários de uma construtora em Pereira Barreto, SP, denunciam a falta de pagamento de direitos trabalhistas após demissões. Descubra os detalhes do caso e a luta por justiça.

Muitos trabalhadores enfrentam problemas quando uma empresa não cumpre suas obrigações. Em Pereira Barreto, São Paulo, um grupo de ex-funcionários de uma construtora vive essa situação. Eles denunciam a falta de pagamento de direitos trabalhistas não pagos após serem demitidos. Esta questão afeta diretamente suas vidas, pois a ausência desses valores dificulta o sustento e o planejamento familiar. Portanto, entender o que aconteceu é importante para buscar justiça.

Ex-funcionários Buscam Direitos Trabalhistas Não Pagos

Dezesseis pessoas que trabalharam na construção de um parque em Pereira Barreto, SP, enfrentam dificuldades. Eles atuaram na obra entre março de 2025 e fevereiro de 2026. Após o desligamento, alguns receberam apenas metade da rescisão. Outros nove, porém, não viram nenhum valor até agora. Esta situação gera preocupação, visto que eles contavam com esses pagamentos para cobrir despesas. A empresa responsável pela obra é a Innovatore Engenharia, que era terceirizada da Cesp e agora faz parte da Auren Energia.

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Gabriela Pereira de Santana, uma ex-assistente administrativa, conta que as falhas começaram em 2025. Ela explica que as parcelas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) não eram depositadas. Ao questionar, a empresa garantiu que tudo seria resolvido no fim do contrato. No entanto, essa promessa não se cumpriu. Os valores devidos incluem salário do mês, aviso prévio, férias com 1/3, depósitos de FGTS e a multa de rescisão. A falta desses direitos trabalhistas não pagos causa um grande impacto, por exemplo, na vida das famílias.

A Innovatore Engenharia confirmou que existem pendências. A empresa disse que tentou negociar um acordo, mas os trabalhadores não aceitaram a proposta. Os ex-funcionários, por outro lado, afirmam que, no início, a orientação era buscar a Justiça. Em dezembro de 2025, sete deles foram dispensados. Eles receberam 50% da rescisão, mas nada de FGTS. Em fevereiro, os outros nove também foram desligados e ainda aguardam o pagamento. Além disso, a empresa tentou coibir as denúncias, o que gerou mais revolta.

A Luta por Direitos Trabalhistas Não Pagos Continua

Diante da falta de solução, os trabalhadores começaram a usar as redes sociais para mostrar o problema. Eles queriam dar mais visibilidade ao caso. Contudo, a empresa enviou uma notificação extrajudicial pedindo para que as publicações fossem retiradas. Eles sentem que essa atitude tenta silenciar suas reivindicações. A busca por esses direitos trabalhistas não pagos é um caminho com desafios, mas necessário para a dignidade dos trabalhadores.

A lei protege o trabalhador e garante que ele receba todos os valores devidos ao final de um contrato. Quando uma empresa falha nesse ponto, ela desrespeita as normas. Assim, os funcionários têm o direito de exigir o cumprimento dessas obrigações. Buscar apoio jurídico é fundamental para garantir que a lei seja aplicada e que os trabalhadores recebam o que lhes é de direito. Muitos trabalhadores desconhecem seus direitos ou têm medo de buscar a Justiça. Por isso, é essencial informar-se e agir.

Casos como este em Pereira Barreto mostram a importância de fiscalizar as empresas. A Justiça do Trabalho atua para resolver conflitos entre empregados e empregadores. Ela busca garantir que as leis sejam cumpridas. Se você está em uma situação similar, procure um advogado ou o sindicato da sua categoria. Eles podem orientar sobre como proceder e como exigir seus direitos trabalhistas não pagos. Lembre-se, seus direitos são garantidos por lei e devem ser respeitados.