A morte de Sara Freitas, cantora gospel conhecida, abalou muitas pessoas. Agora, o caso que envolve o assassinato dela chega ao julgamento. Três homens acusados pelo crime começaram a ser julgados em um júri popular recente. Assim, este julgamento busca esclarecer os fatos e dar uma resposta sobre o que aconteceu.
Os réus são Ederlan Santos Mariano, marido da vítima, Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves. Além disso, eles enfrentam acusações sérias, como feminicídio, esconder o corpo e fazer parte de um grupo criminoso. O julgamento já teve atrasos. Quatro meses atrás, em novembro, a sessão foi adiada porque os advogados dos acusados saíram do fórum. Eles alegaram problemas de estrutura e segurança. Contudo, a Justiça não aceitou a atitude e marcou uma nova data no mesmo local, em Dias D’Ávila.
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Os envolvidos e seus papéis no caso
A investigação aponta que cada um dos acusados teve um papel claro na morte de Sara Freitas. Ederlan Mariano, o marido, é visto como quem pediu o crime. Gideão Duarte de Lima, um ex-motorista de aplicativo, levou Sara até o lugar do assassinato. Ele já foi condenado a mais de 20 anos de prisão. Por sua vez, Victor Gabriel segurou a vítima, enquanto o Bispo Zadoque, Weslen Pablo, a esfaqueou. Estes detalhes foram informados pelo delegado responsável pelo caso.
O Ministério Público da Bahia acusa os réus de feminicídio. Eles destacam que o crime teve um motivo cruel e que Sara não pôde se defender. Adicionalmente, houve o ato de esconder o corpo e a formação de um grupo para cometer o crime. Gideão, Victor Gabriel e o Bispo Zadoque confessaram ter dividido dois mil reais. Ederlan Mariano pagou esse dinheiro para que eles executassem o plano. De fato, a confissão aconteceu durante um encontro na delegacia que investiga o caso.
A divisão do dinheiro e outros detalhes da Morte de Sara Freitas
Ederlan, marido de Sara, foi o primeiro a ser preso, poucos dias após o crime. Além do mais, outro homem, conhecido como “cantor Davi Oliveira”, também recebeu parte do dinheiro. Os acusados contaram que ele ganhou duzentos reais como uma “cortesia”. Davi sabia do plano para matar Sara Freitas, mas não participou da ação em si. A divisão do pagamento mostra como o crime foi planejado. Weslen Pablo Correia de Jesus, o Bispo Zadoque, recebeu novecentos reais. Ele foi o executor e quem escondeu o corpo. Em seguida, Victor Gabriel de Oliveira recebeu quinhentos reais por sua participação.
O júri popular busca fazer justiça para a morte de Sara Freitas. A família e os seguidores da cantora esperam por uma conclusão. Portanto, este caso ressalta a importância de investigações detalhadas e julgamentos justos. A sociedade acompanha de perto para entender como a justiça vai agir diante de um crime tão violento.
