A cidade de Vitória se despediu da Comandante da Guarda de Vitória, Dayse Barbosa. Ela tinha 37 anos e foi morta em sua própria casa, um fato que trouxe grande impacto. O enterro aconteceu no Cemitério de Santo Antônio, na capital, com a presença de muitas pessoas. Colegas de trabalho, autoridades e moradores se reuniram para a última homenagem. O caso causou choque, pois Dayse foi morta pelo namorado, um policial rodoviário federal. Ele tirou a própria vida depois. As investigações mostram que ele não aceitou o fim do relacionamento.
O Último Adeus à Comandante da Guarda de Vitória
O cortejo começou com muitas viaturas da Guarda Municipal. Vários carros seguiram em fila até o cemitério, mostrando respeito à comandante. No local, colegas da corporação carregaram o caixão. Familiares, amigos da vítima e autoridades acompanharam. Entre eles estavam o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, a vice-prefeita, Cris Samorini, o senador Marcos do Val e a deputada federal Jack Rocha. Em seguida, as pessoas presentes aplaudiram Dayse. Este momento marcou a despedida de uma líder.
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Detalhes do Acontecimento Trágico
Dayse foi atingida por cinco tiros na cabeça. Isso aconteceu por volta da 1h da manhã de segunda-feira, dia 23. Ela estava em sua casa, no bairro Santo Antônio, em Vitória. A casa era onde ela morava com o pai e a filha de oito anos. Depois do crime, Diego, o namorado, foi para a cozinha e tirou a própria vida. O delegado Fabrício Dutra, do Departamento Especializado de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que o caso parece ser um feminicídio. A polícia indicou que o policial rodoviário matou a chefe da Guarda de Vitória depois que ela pediu o fim do namoro. Os celulares dos dois serão analisados para entender a motivação. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que Diego trabalhava em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. Ele entrou na corporação em 2020.
Como o Policial Agiu no Crime
Diego usou uma escada para entrar na casa. Ele alcançou Dayse, que dormia no quarto da filha. Ela estava ali por causa do ar-condicionado. Amarílio Boni, secretário de Segurança Urbana de Vitória, indicou que há sinais de que o crime foi planejado. “Ele foi com o objetivo de cometer o feminicídio”, disse o secretário. “Ele levou materiais para entrar na residência e subir na marquise. Tudo indica que ele a esperava.” Este gesto mostra um planejamento prévio, o que agrava a situação para o caso da Comandante da Guarda de Vitória. A comunidade local acompanha o desdobramento das investigações.
