Viracopos: Operação Normalizada Após Falha no Tráfego Aéreo de SP

A operação no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, voltou ao normal após uma falha geral no controle de tráfego aéreo de São Paulo. Entenda os impactos e as ações das autoridades.

A rotina no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, voltou ao normal nesta sexta-feira. Isso acontece depois de uma falha grave no controle do tráfego aéreo SP na manhã de quinta-feira. Este problema afetou muitos voos e causou transtornos para passageiros. A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, que cuida do terminal, confirmou a normalização. Ao todo, 78 voos sentiram o impacto da interrupção.

A pane no sistema de controle do tráfego aéreo SP interrompeu pousos e decolagens em Viracopos por mais de uma hora. Das 9h às 10h08 da quinta-feira, as operações ficaram paradas. Até o meio da tarde do mesmo dia, os números mostravam 24 voos de chegada e 40 de partida atrasados. Além disso, seis voos de chegada e oito de partida foram cancelados. A concessionária de Viracopos agiu rápido. Eles ativaram todos os protocolos de emergência para diminuir os problemas causados pela falha.

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Impactos da Falha no Tráfego Aéreo SP em Outros Aeroportos

O problema não se limitou a Viracopos. Outros aeroportos importantes de São Paulo também tiveram dificuldades. O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e o Aeroporto do Campo de Marte, na Zona Norte, também registraram impactos.

O Que Aconteceu com o Tráfego Aéreo SP?

As primeiras informações indicaram um incêndio no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste, um órgão que gerencia o tráfego. Os bombeiros foram chamados para o local. A Força Aérea Brasileira (FAB), que controla o tráfego aéreo no Brasil, explicou que houve “um problema técnico operacional” na região de São Paulo. A FAB garantiu que as aeronaves seguiram todos os requisitos de segurança internacionais. Eles mantiveram o fluxo de voos previsto, mesmo com a dificuldade.

Ações das Autoridades para o Tráfego Aéreo SP

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ativou um plano de pré-crise. O objetivo era acompanhar os efeitos da paralisação e como a situação evoluía. Com a operação normalizada, a Anac agora foca em duas coisas: levantar quais companhias aéreas e rotas foram afetadas e estimar quantos passageiros sofreram com isso. A agência também vai observar os reflexos nos aeroportos e possíveis efeitos em cascata na malha aérea ao longo do dia.

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) também se manifestou. Eles identificaram um problema técnico no Controle de Aproximação (APP) na área de São Paulo. A Anac e o MPor, junto com as concessionárias de Guarulhos (GRU Airport) e Congonhas (AENA), trabalham juntos. A meta é entender todos os impactos na malha aérea. Portanto, a recuperação é um esforço conjunto para garantir a segurança e a fluidez dos voos. A normalização mostra que os sistemas de segurança e contingência funcionaram, mesmo diante de um incidente sério.