Dois jovens talentos do futebol brasileiro, Martinelli do Fluminense e Breno Bidon do Corinthians, chamam a atenção da seleção. Eles têm um objetivo claro: a Copa do Mundo de 2030. Enquanto a lista para 2026 está próxima, a dupla sabe que o futuro pode reservar um lugar na equipe de Carlo Ancelotti. O confronto entre seus clubes é uma chance para mostrar serviço.
Martinelli e Bidon: O Caminho para a Copa de 2030
Faltam poucos dias para Carlo Ancelotti anunciar os nomes que vão para a Copa de 2026. Martinelli e Breno Bidon entendem a dificuldade de estarem lá agora. Contudo, eles são vistos como peças importantes para o próximo ciclo. A mira está na Copa de 2030. O jogo entre Fluminense e Corinthians, no Maracanã, ganha um peso extra. Ele serve como vitrine para o presente e um investimento para o futuro. Ambos jogam como volantes e, de certo modo, disputam uma mesma vaga. Eles buscam transformar o bom desempenho nos clubes em uma chance de vestir a camisa amarela.
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Martinelli, a força do Fluminense, e o radar de Ancelotti
Martinelli vive um grande momento no Fluminense neste começo de 2026. Ele é um dos principais jogadores no meio-campo do time. Além disso, se destaca no cenário nacional. Esta fase boa atrai olhares de clubes da Europa. Isso aumenta a possibilidade de uma futura convocação para a seleção brasileira. O jogador comemorou o título da Libertadores e é peça-chave no esquema do Fluminense.
O camisa 8 recebeu propostas de times como Olympiacos, Besiktas e West Ham. Clubes árabes também fizeram ofertas. Todas as propostas, em torno de 12 milhões de euros, foram recusadas pelo Fluminense. A diretoria e a comissão técnica de Luis Zubeldía consideram Martinelli um atleta fundamental. Ele é jovem, está em boa forma física e melhora a cada jogo. O Fluminense não pensa em vendê-lo, a não ser que chegue uma oferta irrecusável. Martinelli teve uma atuação notável contra o Grêmio. Carlo Ancelotti acompanhou a partida. Mesmo assim, Ancelotti busca um volante com mais características ofensivas. Por isso, nomes como Danilo, do Botafogo, e Gabriel Sara, do Galatasaray, foram chamados antes. Martinelli é o jogador formado na base do Fluminense com mais jogos pelo time principal. Ele soma 298 partidas e 16 gols. O volante conquistou títulos importantes: dois Campeonatos Cariocas (2022 e 2023), uma Libertadores (2023) e uma Recopa Sul-Americana (2024).
Breno Bidon, a revelação do Corinthians, e a seleção
Nascido em 2005, Breno Bidon é quatro anos mais novo que Martinelli. Contudo, seu impacto no Corinthians é grande. O jovem se tornou titular do meio de campo do Corinthians a partir de 2024. Naquele ano, ele ajudou o time a conseguir nove vitórias seguidas no Brasileirão. Isso tirou o Timão da zona de rebaixamento e garantiu vaga na pré-Libertadores do ano seguinte. Em 2025, Breno Bidon manteve o bom desempenho. Ele chamou a atenção por um drible em Caua, mostrando sua habilidade. Ele segue em evolução e, portanto, é um nome a ser observado. A juventude de Bidon o coloca como um forte candidato para a Copa de 2030.
A visão de Ancelotti e o futuro de Martinelli e Bidon
Carlo Ancelotti tem critérios claros para a seleção brasileira. Ele busca jogadores que se encaixem em seu estilo de jogo. Para a posição de volante, a preferência por atletas com mais capacidade ofensiva é notável. Isso pode ser um desafio para Martinelli e Bidon, que são volantes de contenção. No entanto, o futebol moderno exige versatilidade. Assim, ambos podem adaptar seus jogos para atrair o técnico. O desenvolvimento contínuo e a capacidade de atuar em diferentes funções são cruciais. A Copa de 2030 está longe, mas o trabalho começa agora para Martinelli e Bidon.
